Governo Doria quer ligar SP a Campinas com linha inspirada em trem de Miami/EUA.

Postado em: 28-01-2020 por:cptmcampinas | Visitas: 445 | Comentários:0

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Pela quinta vez em 16 anos, o governo de São Paulo promete um trem entre a capital paulista e Campinas. Agora, o projeto é uma linha inspirada no Brightline, que conecta Miami, Fort Lauderdale e West Palm Beach e se apresenta como o único serviço ferroviário de passageiros dos Estados Unidos com proprietários e operadores particulares.

Por aqui, a ideia do governo tucano é também deixar para a iniciativa privada as obras e a operação do futuro serviço, batizado de TIC (Trem Intercidades Paulista). A ferrovia deverá se estender até a cidade de Americana, a 40 quilômetros de Campinas e a 130 quilômetros de São Paulo.

A linha é promessa de campanha do governador João Doria (PSDB), que afirma que desta vez as obras sairão do papel, embora não apresente prazo para início da operação.

Decisão federal ajuda trem paulista.
Segundo o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a pasta quer terminar até dezembro as audiências públicas e a assinatura do contrato para início das obras.

Doria chegou a incluir outros trechos no seu plano de transporte ferroviário, mas o trajeto até Americana é tratado como prioritário.
No fim do ano passado, uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) deu um empurrãozinho ao projeto.

Questionado pelo Ministério da Infraestrutura se era possível renovar a concessão da malha ferroviária federal em vez de realizar nova licitação, o TCU aprovou a renovação sob a condição de que todas concessionárias de logística, hoje operadoras da malha, executem diversas obras de melhoria.

Dessa forma, a concessão das vias para transporte de carga que vence em 2028 deverá se estender até 2058 e implicará numa série de investimentos da parte das concessionárias.

No caso do Estado de São Paulo, onde a malha ferroviária federal tem 2.000 quilômetros e corta 70 cidades, a contrapartida é que as concessionárias facilitem a futura implantação do transporte de passageiros.

“Economizamos em desapropriações, eventuais licenciamentos e com a utilização da própria malha férrea”, afirma o secretário ao UOL.
Segundo Baldy, a decisão do Tribunal favorece também os projetos de trem para o Vale do Paraíba, Santos e Sorocaba, em estudo pelo governo. “Mas vamos finalizar o para Americana primeiro”, diz.

Além das empresas de logística que renovarão a concessão e farão obras para permitir a implantação do trem de passageiros, será feita licitação para escolher empresa que operará o sistema e também fará parte das obras. “É provável que as empresas tenham de construir uma via dedicada para carga pelo menos a partir de Perus”, afirmou Baldy.

SP-Campinas em uma hora.
Baldy afirmou que o governo trabalha neste momento na modelagem do projeto, mas há várias decisões que já foram tomadas e outras medidas, cogitadas.
O tempo de viagem é uma delas: deverá ser de uma hora entre São Paulo e Campinas, para ser competitivo com o automóvel e o ônibus.

A secretaria estimou potencial de 65 mil passageiros por dia no trajeto. Outro item a ser definido é o preço. Hoje, a viagem de ônibus custa R$ 28. É provável que o trem seja movido a biodiesel, assim como ocorre no trem da Flórida, e não eletrificado.

Um dos pontos quase pacíficos, de acordo com o secretário, é que a composição terá linha férrea dedicada ao expresso. Para conseguir cumprir o trajeto de pouco mais de 100 quilômetros entre Campinas e São Paulo em uma hora, será necessário que o trem circule a uma velocidade superior a 120 quilômetros por hora, contando o fato de que poderá parar em cidades do caminho, como Vinhedo e Valinhos, endereço de muitos trabalhadores da capital.

Extensão da linha 7-Rubi.
O trem para Americana será uma extensão da Linha 7-Rubi, que hoje liga a estação da Luz, em São Paulo, a Jundiaí, em uma hora e meia de viagem. Na primeira semana de janeiro de 2019, conta o secretário, ele se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Baldy afirma que as intercorrências na relação entre Jair Bolsonaro (sem partido) e Doria (PSDB), que passou a criticar o presidente, não afetaram os andamentos do projeto. “Para nós, não mudou nada. O tratamento segue sendo o mesmo”, afirma Baldy.

O trem de Miami.
Na Flórida, o Brightline funciona desde maio de 2018 e liga Miami Central a West Palm Beach, a 110 quilômetros, em uma hora, com parada em Fort Lauderdale. Enquanto as ações da companhia brilham na Bolsa de valores americana, acidentes fatais sem explicação aparecem periodicamente nos jornais da Flórida. No mais recente, do dia 19 de novembro, o trem se chocou com um carro, e o motorista do carro morreu. O trem corta áreas urbanas com uma velocidade que ultrapassa 130 quilômetros por hora.

A operadora anunciou a chegada a região de Tampa para logo mais e a disposição de fazer o trajeto até Orlando, a 380 quilômetros de Miami, em três horas. A estação final a ser construída pela empresa Virgin deverá ser localizada próxima de algum dos parques temáticos da cidade. Há versão em português no site, devido a demanda de brasileiros na área.

“É um projeto que guarda semelhanças com o nosso, por ser de um estado que está retomando o transporte ferroviário após décadas de expansão rodoviária, por conectar também uma grande região metropolitana”, analisa o secretário Baldy.

Fonte: ABIFER

Trem Intercidades volta a ser discutido em audiências públicas a partir do mês de Abril.

Postado em: 24-01-2020 por:cptmcampinas | Visitas: 274 | Comentários:0

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As consultas devem começar pelos municípios envolvidos com a primeira parte do projeto, que envolve as regiões metropolitanas da Capital, Jundiaí e Campinas.

Os municípios que serão cortados pelo TIC (Trem Intercidades), que ligará São Paulo a Americana, passando por Campinas, terão audiências públicas em abril para discutir os impactos ambientais e sociais do projeto. As consultas devem começar pelos municípios envolvidos com a primeira parte do projeto, que envolve as regiões metropolitanas da Capital, Jundiaí e Campinas. Depois, serão feitas audiências na Baixada Santista e na Região do Vale do Paraíba, que devem fazer parte do projeto no futuro.

A construção do modal de transporte, que está há 16 anos no papel e já teve pelo menos quatro projetos diferentes, deve ser licitada até o final do ano. A expectativa é que o eixo de Campinas a São Paulo seja viabilizado por uma PPP (Parceria Público-Privada), que incluirá a implantação do TIC e a operação, manutenção e conservação da Linha 7-Rubi.

A estimativa é que esse trecho custe pelo menos R$ 7 bilhões, mas em reunião em Campinas com o Conselho de Desenvolvimento da RMC nesta terça-feira (21), o secretário executivo da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado, Paulo Galli, se esquivou de falar em valores.

O deputado estadual Rafa Zimbaldi (PSB-SP), presidente da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa, explicou que a organização das audiências começa em fevereiro. “Vão participar a população, a Secretaria de Transportes Metropolitanos e o deputados que participam da comissão. O trem intercidades é prioridade da comissão e deve ser o foco da nossa pauta”. O grupo espera que o edital de licitação saia em junho.

RAIO-X

Na reunião, Galli apresentou detalhes do funcionamento dos trens. A primeira fase do TIC vai construir a ligação da estação Barra Funda, na Capital, até Campinas, utilizando a Linha-7 Rubi. O serviço expresso que percorrerá 100 quilômetros em uma velocidade média de 95 km/h até Campinas, sairá de São Paulo e fará uma parada em Jundiaí, em um tempo estimado de viagem de 1 hora e 5 minutos. Esses trens terão capacidade para até 500 passageiros sentados.

Já o chamado “serviço parador” terá nove paradas em 65 quilômetros, saindo de Francisco Morato e passando por Botujuru, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos e Campinas. Os trens farão a viagem em 1 hora e 8 minutos. A fase 2, de Campinas a Americana, terá 36 quilômetros.

Haverá um período de transição da linha da CPTM até a concessão, e para o TIC serão necessárias intervenções e obras nos trilhos entre Jundiaí e Campinas concedidos pelo governo federal e por onde passam os trens de cargas.

Fonte: ABIFER

TCU destrava projeto do Trem Intercidades.

Postado em: 01-12-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 589 | Comentários:0

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Com a aprovação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) da renovação antecipada da concessão ferroviária da Malha Paulista da Rumo, a Secretaria de Transportes Metropolitano começará a definir a modelagem financeira da concessão do Trem Intercidades (TIC) que ligará Campinas a São Paulo e que englobará o TIC e a linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O secretário Alexandre Baldy informou que, com a aprovação, não existem mais empecilhos para a implantação do projeto. A previsão é que o contrato de concessão seja assinado em 2021.

O governo do Estado tem a promessa do ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, de que o governo vai impor, entre as condicionantes para prorrogar a concessão ferroviária da Rumo Logística, a liberação da faixa de domínio da ferrovia, entre Americana e São Paulo. Baldy e o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) estiveram quarta-feira no TCU com o ministro Vital do Rêgo Filho, para defender a antecipação da renovação antecipada da concessão da malha paulista. Com a renovação, o contrato, que venceria em 2028, ganhou mais 30 anos e se estenderá até 2058.

O cronograma anunciado pelo governado do Estado para a implantação do trem está mantido. O edital de concessão, que abrangerá o TIC e a linha 7-Rubi da CPTM, será lançado em junho de 2020. Os dois serviços serão concedidos em conjunto, porque compartilharão parte das vias e estações, o que tornará a concessão mais atraente, porque quase meio milhão de pessoas usa a linha 7 diariamente entre São Paulo e Jundiaí. O contrato terá previsão para que o futuro concessionário possa optar pela extensão do traçado até o Aeroporto Internacional de Viracopos em um horizonte de médio prazo, estabelecendo gatilhos de demanda de passageiros para a viabilização da extensão.

O eixo Campinas a São Paulo será viabilizado por parceria público-privada (PPP) que incluirá a implantação do TIC e a operação, manutenção e conservação da Linha 7-Rubi. O governo estuda trocar o trecho da Linha 7 por um serviço metropolitano entre Francisco Morato e Campinas, com paradas em Louveira, Vinhedo, Valinhos e Jundiaí. Com isso, haveria um trem expresso entre Campinas, Jundiaí e São Paulo e outro parador, incluindo Louveira, Vinhedo e Valinhos.

O governo prevê concluir até o final do ano o modelo financeiro que deverá definir estes serviços. As audiências e consultas públicas ocorrerão até março de 2020, com publicação do edital em junho e assinatura dos contratos em 2021. Haverá um período de transição da linha da CPTM até a concessão, e para o TIC serão necessárias intervenções e obras nos trilhos entre Jundiaí e Campinas concedidos pelo governo federal e por onde passam os trens de cargas.

O Trem Intercidades prevê viagens expressas com paradas de 50km ou 200km. Os trens deverão ainda ter ar-condicionado, Wi-fi, serviço de bordo e velocidade acima de 120 km/h. A concessão terá prazo de 30 anos e deve investir cerca de R$ 7 bilhões que incluem melhorias na Linha 7-Rubi. Nos cálculos do governo, a viagem de cerca de 100 km entre Campinas e a estação Barra Funda levará uma hora, já a ligação entre Jundiaí e a capital paulista pelo Trem Expresso deverá levar apenas 30 minutos, bem mais veloz do que utilizar a linha da CPTM atualmente.

O uso compartilhado entre trens de carga e de passageiros na ferrovia entre Jundiaí e Campinas não enfrentará problemas, porque a Rumo já assinou um termo de compromisso com o governo do Estado, quanto à utilização do trecho. É uma ligação que tem maior vocação para o transporte de passageiros, por ser contíguo ao trecho da CPTM e também por ter o maior contingente populacional. Segundo a concessionária, esse trecho tem pequeno tráfego de cargas e pode ser compartilhado.

Fonte: Correio – RAC

Jundiaí discute linhas de Trem Intercidades com presidente da CPTM e secretário-executivo da STM.

Postado em: 15-10-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 620 | Comentários:0

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imagem: jundiai.sp.gov.br / fotografos pmj

Pedro Moro, presidente da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, e Paulo Galli, secretário-executivo da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado, estiveram em Jundiaí nesta quinta-feira, 10 de outubro de 2019, para debater a viabilidade de implantação de duas linhas de trem dentro do projeto Intercidades.

As linhas atenderiam diretamente a cidades da Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ).

Esta foi a primeira reunião de trabalho, que reuniu gestores da prefeitura com representantes do governo João Dória.

Segundo a prefeitura, “uma das linhas é um TIC (Transporte Intercidades), com trilhos a serem construídos, trens novos e confortáveis, três paradas previstas – São Paulo (Barra Funda), Jundiaí e Campinas – e 102 km de extensão”.

A outra linha, de trem convencional, será de serviço parador, ligando Jundiaí a Louveira, Vinhedo e Valinhos. Integrada à linha 7 Rubi da CPTM, em Francisco Morato, ela teria extensão de 65 km e nove paradas.

Ainda segundo a prefeitura, as linhas fazem parte de um projeto de Parceria Público-Privada (PPP) encabeçado pelo Governo do Estado de São Paulo.
Com concessão por 30 anos, o total estimado de investimentos nas novas linhas é de R$ 7 bilhões.

Pelo projeto do TIC, o deslocamento de São Paulo a Jundiaí tem estimativa de 30 minutos de duração e o da Capital a Campinas, uma hora.

O encontro, realizado na prefeitura, reuniu José Antonio Parimoschi (Governo e Finanças), Adilson Rosa (Infraestrutura e Serviços Públicos), Silvestre Ribeiro (Mobilidade e Transporte) e Sylvia Angelini (interina da Unidade de Gestão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente), além de técnicos de todas as unidades.

Esta é a segunda reunião do grupo. Em encontro anterior, no dia 19 de setembro, o projeto de PPP foi apresentado ao prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado.

De acordo com José Antonio Parimoschi, secretário de Governo e Finanças, é uma proposta estruturante e importantíssima para a cidade. “Agora, precisamos avaliar as possibilidades de conexão viária dos sistemas de transportes do nosso município e os do Aglomerado Urbano, podendo assim viabilizar as futuras linhas”, afirmou.

Ainda segundo relatos da prefeitura, publicado no site da municipalidade, o secretário-executivo da Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Paulo Galli, disse que o investimento nas duas linhas de trem que servirão Jundiaí integra o conjunto de diretrizes do governador paulista João Doria para melhorar a mobilidade no estado. “Em fevereiro de 2020, devemos realizar uma audiência pública para apresentar o projeto.

O contato constante e o apoio dos municípios são fundamentais para que tornemos estas linhas realidades. Dentro do trâmite normal do projeto, o edital será aberto em maio ou junho do ano que vem, se estendendo até outubro. Já as obras devem ter início em janeiro de 2021”, previu Paulo Galli.

TREM INTERCIDADES TERÁ AUDIÊNCIA EM JANEIRO
Como mostrou o Diário do Transporte, em evento no Arena ANTP, realizado na última semana de setembro, o Secretário Executivo dos Transportes Metropolitanos, Paulo José Galli, afirmou que em janeiro o Trem Intercidades entre São Paulo, Jundiaí, Americana e Campinas terá a realização de uma audiência pública para que a iniciativa privada assuma os projetos, obras e operação.

A linha será a primeira de um pacote de trens que vão ligar diferentes regiões metropolitanas. O projeto vai englobar também a concessão da linha 7 Rubi da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

Representando o Secretário Alexandre Baldy, Galli ainda disse que o Governo do Estado de São Paulo elabora o PITU – Plano Integrado de Transportes Urbanos para 2040 com algumas prioridades, como expansão do Metrô para cidades vizinhas da capital e ampliação dos corredores de ônibus metropolitanos.

Outro objetivo é integrar a região com uma tecnologia única de Bilhetagem Eletrônica.

Fonte: ABIFER

Audiência Pública sobre Trem Intercidades entre SP e Campinas será realizada em Janeiro/2020.

Postado em: 26-09-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 376 | Comentários:0

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imagem: tribunadejundiai.com.br

O Governo Estadual deve realizar uma audiência pública para o projeto de Trem Intercidades no mês de janeiro, de acordo com o Secretário Executivo dos Transportes Metropolitanos, Paulo José Galli, fala dada durante palestra na Arena ANTP, segundo o site Diário dos Transportes.

O primeiro trem de médio percurso deve ligar São Paulo, Jundiaí, Campinas e Americana, e será operado pela iniciativa privada. Em seu primeiro eixo, entre a Barra Funda e Campinas, o trem deve parar apenas em Jundiaí, segundo declarações do Presidente da CPTM, Pedro Moro.

O operador ainda deverá manter a Linha 7-Rubi, hoje a cargo da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, assim como um outro serviço parador entre Francisco Morato e Campinas.

A expectativa do governo estadual é lançar uma Parceria Público-Privada – PPP ainda em 2020.

Fonte: Revista Ferroviária

Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas deverá ter paradas somente em Jundiaí.

Postado em: 23-09-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 343 | Comentários:0

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imagem: VisaoOeste.com.br

O projeto de Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas deve contemplar apenas um parada no trajeto, de acordo com declarações do presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM, Pedro Moro.

A declaração foi dada durante visita de sites e blogs de mobilidade às obras da estação Francisco Morato.

“A gente já tem a via de passagem do trem, incorporada no projeto da estação [Francisco Morato]. O Trem não parará aqui. A ligação dele é entre São Paulo e Campinas com uma parada provavelmente em Jundiaí.”, afirmou Moro.

O Governo do Estado de São Paulo estima que o trem entre São Paulo e Campinas possa ser feito em 59 minutos, de acordo com uma recente entrevista do secretário dos transportes metropolitanos, Alexandre Baldy, ao site Poder 360.

Ligação entre Francisco Morato e Campinas com trem parador

A expectativa é que a ligação entre Francisco Morato e Campinas seja atendida por meio de um trem parador, atendendo as cidades de Valinhos, Vinhedo, Louveira e Jundiaí.

A informação consta em uma apresentação da companhia, na qual o Via Trolebus teve acesso. Todo investimento será feito pela iniciativa privada, onde uma Parceria Público-Privada – PPP deve ser assinada em 2020. A publicação do edital é prevista para este ano, segundo informações apuradas pelo site.

O trecho é intitulado “Serviço metropolitano Francisco Morato – Jundiaí – Campinas”, e prevê atendimento em 9 paradas e 65 km de extensão. A informação vem de encontro com uma declaração do secretário dos transportes metropolitanos, Alexandre Baldy, que dizia que a CPTM poderia chegar em Campinas.

Fonte: Revista Ferroviária

Secretaria de Transportes Metropolitanos ratifica contratação do BID para estruturação do Trem Intercidades.

Postado em: 23-08-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 311 | Comentários:0

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imagem: abifer.org.br

O Secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, ratificou o ato de Inexigibilidade de licitação para contratação do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID.

O objetivo do contrato, com prazo de 2 anos, é a cooperação técnica para estruturação do Projeto Trem Intercidades. O despacho saiu publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 22 de agosto.

imagem: despacho / abifer.org.br

TRATATIVAS
As tratativas com o BID começaram há meses. O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, esteve reunido no dia 15 de janeiro de 2019, com membros do Banco Interamericano de Desenvolvimento. A reunião teve como objetivo discutir alternativas técnico-financeiras para viabilizar o Trem Intercidades.

Conforme informado por Baldy, em nota, a prioridade será a construção dos trechos São Paulo-Campinas, Campinas-Americana. Entretanto, o secretário afirmou que também serão retomados estudos relativos aos projetos das regiões de São José dos Campos, Sorocaba e Santos.

Baldy informou à época que seria assinado em breve um termo de cooperação com o BID, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e o Ministério da Infraestrutura, para a execução do Trem Intercidades. Disse ainda que para os próximos meses estava prevista a definição da modelagem técnico-financeira a ser adotada.

O presidente da CPTM, Pedro Moro, afirmou em encontro com sites de mobilidade, entre os quais o Diário do Transporte, no dia 30 de julho de 2019, que a concessão do Trem Intercidades para Campinas vai incorporar a concessão da linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí).

Em viagem à China no começo de agosto, o governador de São Paulo, João Doria, e o secretário dos transportes metropolitanos, Alexandre Baldy, tiveram um encontro com o presidente da CR20, empresa do grupo CRCC – China Railway Construction Corporation, Mr. Deng Yong. Segundo Doria, a gigante do setor metroferroviário demonstrou interesse nos projetos para CPTM, Metrô e ferrovias em geral.

“Hoje, aqui em Beijing, almoçamos com o presidente da CR20, empresa do grupo CRCC – China Railway Construction Corporation, Mr. Deng Yong, que é li?der mundial no setor ferrovia?rio, com 350 mil funciona?rios e faturamento superior a US$ 110 bilho?es. A empresa demonstrou forte interesse em investir no Estado de SP em projetos de mobilidade urbana com os trens da CPTM, Metrô e ferrovias”, afirmou o governador. Relembre: Doria inicia conversas com gigante ferroviário chinês sobre projetos de concessão.

A CCRC já tem negócios relacionados aos transportes metropolitanos em São Paulo.

APRESENTAÇÃO
O Trem Intercidades (TIC) consta de uma apresentação da STM – Secretaria de Transportes Metropolitanos obtida pela reportagem do Diário do Transporte no final de março.

O documento prevê a concessão, operação, manutenção e obras de requalificação da Linha 7-Rubi, que liga a estação da Luz a Jundiaí, e o Trem Intercidades.

Com prazo de 30 anos, a concessão estima investimentos de R$ 7 bilhões. O projeto do TIC, designado como Serviço Expresso, partirá da estação Barra Funda com paradas em Jundiaí e Campinas, numa extensão de 102 km e tempo de viagem estimado em 60 min.

Já o projeto da Linha 7-Rubi incluirá um Serviço Parador, ligando as cidades de Valinhos, Vinhedo, Louveira e Jundiaí e integrando em Francisco Morato, com extensão de 65 km e 9 Paradas.

No caso do TIC Serviço Expresso, a demanda prevista é de 68,5 mil passageiros/dia.

No Serviço Parador da Linha 7 – Rubi, entre Luz e Jundiaí, com extensão de 60,5 Km e 18 estações no total, a demanda é de 442 mil passageiros/dia.

PARCERIAS COM CONCESSIONÁRIAS DE FERROVIAS
O governador João Doria tem procurado realizar parcerias com empresas que detém concessões de trechos ferroviários no estado.

No final de janeiro, o governador paulista anunciou, juntamente com o ministro da Infraestrutura, um acordo para viabilizar a construção do Ferroanel, obra que atenderá tanto o transporte de carga como o de passageiros.

Os investimentos para a linha férrea de 53 km virão dos recursos provenientes da outorga de concessão ferroviária da MRS Logística, de R$ 3,5 bilhões, que serão investidos pelo Governo Federal. Eles só serão possíveis graças à antecipação da prorrogação do contrato com a MRS por mais 30 anos.

A obra permitirá finalmente que os trens de passageiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deixem de compartilhar os trilhos com o transporte de carga. Com a obra pronta, a carga será transportada em via exclusiva. Relembre: Doria anuncia parceria com a União para construção do Ferroanel; obra atenderá transporte de carga e passageiros.

Oficialmente, em nota, a STM afirmou não reconhecer o relatório, e que ainda não definira as prioridades dos investimentos: “A Secretaria de Transportes Metropolitanos desconhece o relatório divulgado sobre investimentos da pasta. Projetos e obras da Secretaria estão em fase de reconhecimento pela nova gestão para a definição de prioridades.”

O Diário do Transporte confirmou a existência do documento de intenções junto a fontes ligadas à pasta, que reiteraram que as estimativas são levadas em consideração, mas que não se tratam da versão final dos projetos.

No dia 2 de abril, o próprio Secretário Alexandre Baldy confirmou, em entrevista ao Valor Econômico, que iria apresentar ao governador João Doria o que chamou de ambicioso plano de mobilidade, com projetos e metas para 2022. Algumas ações já começariam neste ano, se depender da vontade do chefe da pasta.

Fonte: Abifer

Empresas sugerem composições de dois andares para o Trem Intercidades.

Postado em: 20-08-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 325 | Comentários:0

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imagem: skyscrapercity.com

Em consulta feita ao mercado, governo do estado recebeu contribuições de empresas como CCR e Siemens para a modelagem do contrato da linha entre São Paulo e Campinas

Enquanto define a modelagem do contrato da concessão do primeiro trecho do Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas, o governo do estado tem ouvido algumas empresas em sondagens de mercado a fim de discutir a viabilidade do projeto.

Na reunião realizada no final de julho e cuja ata foi divulgada recentemente participaram grupos como a Siemens, fabricante alemã que recentemente fechou um acordo de leniência com o Cade sobre o cartel de trens, e a CCR, que hoje está por trás de todas as concessões de operação das linhas de metrô de São Paulo.

As sondagens têm a função de aprimorar a formatação do contrato para que a licitação tenha maior chance de sucesso. Não há, no entanto, nenhum tipo de garantia que estas sugestões sejam adotadas, porém, elas fornecem uma noção dos caminhos e dificuldades que podem surgir nessa empreitada.

Entre as contribuições feitas pelas empresas nessa sondagem está, por exemplo, o uso de trens “double deck” (bilevel), ou seja, com dois andares. Na visão dos participantes, essa possibilidade pode incrementar o número de passageiros por vagão sem obrigar a expansão de plataformas. É o que é usado no RER, o sistema de trens metropolitanos de Paris.

Os presentes também acreditam que uma integração multimodal por meio de aplicativos pode atrair mais passageiros para o Trem Intercidades ao facilitar o acesso ao serviço.

Carga expressa
Uma das sugestões é bastante curiosa, a criação de pequenos galpões logísticos nas estações. A intenção é aproveitar o crescimento do comércio eletrônico para alugar esses espaços para empresas de entrega rápidas que poderiam aproveitar o Trem Intercidades para envio de pequenos volumes por meio de portadores. A ideia é que esse serviço seja uma receita acessória, ou seja, um complemento ao faturamento com a venda de passagens.

Por outro lado, o grupo de empresas salientou que vê com reservas um possível compartilhamento de vias entre o Trem Intercidades e outros serviços como a Linha 7-Rubi, que também deve entrar na licitação. Na visão delas, essa situação pode aumentar o custo tecnológico para que os trens funcionem de forma adequada.

Trem da Linha 7-Rubi: empresas acreditam que compartilhamento com Trem Intercidades pode encarecer projeto (CPTM).

Uma possível ligação com o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, é vista como difícil por conta do custo de desapropriação. O terminal aeroportuário se situa bem distante do eixo da ferrovia e exigiria a construção de uma via inteiramente nova para que os trens possam chegar até lá. A preferência é que o Trem Intercidades possua algum tipo de integração com um transporte local até o aeroporto.

Por fim, os presentes concordaram que o contrato deverá exigir da contratada um nível de qualidade do serviço sem especificar o tipo de tecnologia ou trem utilizado a fim de deixar para a iniciativa privada a busca pelo melhor serviço. É o caso, por exemplo, da propulsão do trem, anteriormente cogitada como elétrica, mas que passou a ser considerada muito cara se comparada ao uso de trens que utilizam biodiesel.

O governo do estado pretende publicar o edital do Trem Intercidades para Campinas no início de 2020. Até lá, serão feitas consultas e audiências públicas para detalhar o escopo do projeto.

Fonte: Abifer

Chineses vão disputar nova linha de trem entre SP e Americana.

Postado em: 10-08-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 301 | Comentários:0

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Imagem: viatrolebus.com.br

A empresa chinesa CR20 vai participar da licitação para a construção do trem que pretende ligar São Paulo a Americana.

A obra é uma das mais vistosas no pacote apresentado pelo governador paulista, João Doria (PSDB), em sua viagem à China para buscar investimentos para São Paulo.

Doria estará nesta quarta-feira (7) em Xian para fazer o anúncio com os chineses.

A modelagem em estudo, feita em parceria com o Banco Mundial, prevê até R$ 7 bilhões de investimentos ao incluir no pacote a linha 7 – Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), com uma alternativa R$ 1 bilhão mais barata se as locomotivas usarem biodiesel.

Em princípio, deverá ser licitada uma PPP (Parceria Público-Privada) na qual estado e vencedor entram cada um com 50% do investimento.

A ideia do governo é ter o processo encerrado até 2020, para o início de obras. Ainda faltam detalhes, como a utilização ou não de trechos já existentes da antiga malha federal para carga na região, o que também depende do tipo de trem a ser empregado.

A previsão inicial do negócio, sem integrar o trem metropolitano, era de R$ 5,8 bilhões. Com a linha 7, que liga a estação da Luz a Jundiaí, a demanda diária sobe de 470 mil para 700 mil usuários.

Os trechos a serem licitados têm ao todo 135 km. Numa fase posterior, o trem deve se desdobrar para São José dos Campos.

A CR20 também tem interesse no metrô paulistano. A área de infraestrutura é a mais estruturada em termos de oferta na viagem do tucano.

Na segunda-feira (5), Doria se reuniu com outra grande empresa do setor, CRCC. A diferença, como diz o governador, é que cada área do Estado chinês busca ocupar um nicho do mercado.

Ao todo, o governo paulista oferta R$ 36,4 bilhões em privatizações e parcerias em 21 projetos.

INTERLIGAÇÃO

Após seguidos planos que empacaram nas últimas décadas para conectar cidades do interior à capital paulista por linhas de trens, o governo João Doria (PSDB) decidiu retomar essa antiga promessa de seguidos governos paulistas.

O primeiro passo deverá ser a interligação das cidades de Americana, Campinas e São José dos Campos a São Paulo, com o projeto TIC (Trem Intercidades).

Só nos últimos 15 anos, já foram apresentados quatro projetos do tipo, incluindo um do governo federal. Sem estudos aprofundados e garantias de financiamento, os planos nunca avançaram.

Durante a campanha, Doria disse que iria “tornar realidade o projeto da ligação ferroviária rápida, confortável e eficiente” entre as principais regiões metropolitanas. Segundo ele, isso será viável graças a uma PPP (parceria público-privada) com a participação de investidores estrangeiros.

A promessa de Doria foi a de interligar Americana e Campinas, Sorocaba, Pindamonhangaba e Santos à capital, conectando uma área que reúne mais de 20% do PIB nacional.

Segundo uma propaganda eleitoral de Doria, os trens teriam uma velocidade média de 170 km/h.

Fonte: Abifer

Doria cogita trem a biodiesel entre SP e Campinas.

Postado em: 09-08-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 344 | Comentários:0

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shutterstock/xp3.com.br

Composições movidas a combustível tornariam a obra mais barata, segundo Alexandre Baldy, secretário dos Transportes Metropolitanos.

A nova proposta de trens intercidades em estudos pelo governo de São Paulo aponta agora para uma composição com locomotiva movida a biodiesel.

O projeto seria viabilizado em uma Parceria Público-Privada (PPP), em que o Estado investiria 50% do capital necessário para a obra e o setor privado, a outra metade.

É o que afirma o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, que acompanha o governador João Doria (PSDB) em missão à China.

A locomotiva a biodiesel reduziria em cerca de R$ 1 bilhão os custos para a instalação da estrada de ferro, segundo o secretário.

Baldy disse ainda que a modelagem econômica incluiria a concessão da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanas (CPTM), ramal de trens de subúrbio que, hoje, liga a capital à Jundiaí, passando pelas cidades de Francisco Morato, Caieiras e Franco da Rocha.

A concessão das linhas existentes da CPTM já havia sido anunciada como um estudo em andamento no governo.

A alternativa ao uso do biodiesel é o uso de trens elétricos, como os que já operam hoje, e tem emissão de poluentes atmosféricos próxima a zero. O Banco Mundial atua na modelagem da licitação, segundo o governo.

A volta de trens regionais ligando a capital ao interior do Estado é um projeto prometido por todas as gestões do governo paulista desde 2006 — naquele ano, já se falava em PPP. O projeto já teve cenários diferentes, e agora se trata de uma proposta de ligação entre Campinas, a capital e São José dos Campos, ao custo de R$ 7 bilhões.

A comitiva de Baldy e Doria tem 35 empresários paulistas. O governador saiu de uma reunião ocorrida na sede da China Railway Construction Corporation (CRCC), estatal de ferrovias chinesa, afirmando que a empresa “demonstrou interesse” em participar do projeto.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Baldy afirmou que a estatal entrará na licitação.

A intenção da empresa será formalizada nesta quarta-feira. em um protocolo assinado em uma cerimônia com o governador. Um dos objetivos da viagem é promover o projeto de desestatização de ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias de São Paulo.

A missão paulista conta com suporte do Itamarati para fazer a aproximação com as empresas chinesas. Doria exaltou o apoio do governo Jair Bolsonaro à missão. “Estamos no mesmo compasso de brasilidade para ampliar investimentos com união e ação integradas”, disse o governador paulista.

Fonte: Abifer

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